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O Concelho do Marco de Canaveses situa-se no Noroeste de Portugal, integrando-se no Douro Litoral, distrito do Porto. É delimitado por dois dos mais importantes rios portugueses, o Douro e o Tâmega. O Douro corre de Este para Oeste, e delimita o Concelho a Sul, separando-o de Cinfães e Castelo de Paiva. O Tâmega corre de Norte para Sul, e separa o Marco em grande parte do Concelho de Penafiel, que se localiza a Oeste.

A Norte encontra-se a Serra do Marão, no vizinho Concelho de Amarante. Nos limites com os Concelhos de Amarante e Baião, localiza-se a Serra da Aboboreira, que estende os seus dorsos graníticos até ao rio Douro. Baião sita a Leste.

Fica dentro das coordenadas geográficas 59' de longitude Este do meridiano de Lisboa, 41º de latitude Norte e dominam áreas com altitude compreendida entre 200 e os 600 m, atingindo valores mais elevados nas Serras da Aboboreira (960m) e de Montedeiras (638m).

Dista a 51 Km da cidade Porto, a 19 Km da cidade de Penafiel, a 18 Km de Amarante, a 25 Km de Baião, a 30 Km de Cinfães, e a 22 Km de Entre-os-Rios.

O clima é marcadamente atlântico, considerado rigoroso no Inverno e árido no Verão. Os ventos dominantes vêm dos quadrantes Oeste e Sudoeste. São estes ventos que proporcionam fortes precipitações nas áreas mais altas e que diminuem à medida que as vertentes baixam para os vales. A humidade relativa é bastante elevada (75% - 80%) e a nebulosidade é frequente.

O Concelho detém uma área de 203 Km2, repartido por 16 freguesias, possuindo, actualmente, uma população com aproximadamente 54 000 habitantes.

No Concelho apenas 865ha de solo são considerados férteis e produtivos. O milho é o cereal mais cultivado, o pinheiro bravo a árvore que mais abunda e a vinha a que mais rendimento gera.

O solo marcoense é tipicamente granítico. A existência de algumas vertentes com declive bastante acentuado e de vales encaixados, por onde correm rios e regatos devem-se a acidentes de origem tectónica. Abundam ainda colinas com altitudes médias inferiores a 400m.

Face à construção da Barragem de Carrapatelo, no rio Douro, e à do Torrão, no Tâmega, as terras ribeirinhas ficaram mais atractivas, proporcionando deste modo a prática de desportos náuticos nas Albufeiras que a estas se encontram afectas. É de salientar que a navegação fluvial e a pesca, são práticas já consideradas tradicionais.

Em termos de indústria, é a exploração e tratamento de granito, a têxtil, a construção civil e a metalúrgica que ocupam grande parte do sector. O comércio tradicional é o mais atractivo, assim como as feiras são uma tradição.

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