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Marco de Canaveses acolheu projeto “Prevenir Já” no combate aos incêndios florestais

2017/06/02

O Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) e o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da Guarda Nacional Republicana realizaram uma operação intensiva no concelho do Marco de Canaveses, no âmbito do projeto nacional da GNR "Prevenir já".

O projeto materializa-se numa fiscalização intensiva e completa de todas as áreas inseridas nas faixas secundárias de gestão de combustível e uma estratégia de patrulhamento, assente no policiamento de proximidade e na sensibilização das populações em estreita colaboração com autarquias e comunidades locais, com o objetivo último de prevenção de incêndios florestais.

Antes do início das ações de fiscalização, as equipas reuniram-se junto aos Paços do Concelho, onde foram recebidas pelo Vice-presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses e Vereador com o Pelouro do Ambiente, José Mota.

O Autarca elogiou a Guarda Nacional Republicana pela implementação «deste importante projeto que visa salvaguardar a floresta, prevenindo os fogos florestais, e proteger a população», realçando ainda «o relevante trabalho que desenvolvem no terreno, junto das populações, com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para esse grande flagelo que são os incêndios florestais».

José Mota considera «fundamental a promoção desta pedagogia no concelho do Marco de Canaveses que, como sabem, todos os anos é fustigado por incêndios que delapidam as nossas florestas, ameaçando por vezes habitações e vidas humanas», reiterando que «é necessário que as pessoas tenham consciência dos seus deveres, nomeadamente no que concerne à limpeza dos terrenos».

O Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) e o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) realizaram, assim, uma ação de fiscalização e de sensibilização ao longo de todo o concelho do Marco de Canaveses, identificando a manutenção das faixas de gestão de combustíveis (limpeza dos terenos), numa faixa de 50 metros à volta das edificações isoladas ou de 100 metros no caso de aglomerados populacionais.

Recorde-se que o não cumprimento destas obrigatoriedades constitui infração do foro contraordenacional e os seus proprietários incorrem em coimas elevadas.

 

 

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