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PLANO DE AÇÃO DE REGENERAÇÃO URBANA (PARU) DE MARCO DE CANAVESES

2017/11/17

A Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Cristina Vieira, reuniu com comerciantes, instituições e habitantes para dar a conhecer o “estudo prévio” da Reabilitação Urbana previsto para a Av. Prof. Dr. Carlos Mota Pinto e Largo António Queirós Montenegro.

O Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) de Marco de Canaveses irá focar-se na Área de Reabilitação Urbana (ARU) definida no Concelho à data de candidatura, que tem necessariamente que estar elaborada até ao próximo dia 31 de dezembro.

Merece referência que o município tem em curso a elaboração um Programa Estratégico de Reabilitação Urbana para algumas áreas da Cidade, previamente definidas, que será elaborado de modo a permitir e suportar a definição de uma Operação de Reabilitação Urbana (ORU), conforme estipulado no Regime Jurídico da Reabilitação Urbana.

No âmbito do plano de intervenção definido para o Largo António Queirós Montenegro e Avenida Prof. Dr. Carlos Mota Pinto, a Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Cristina Vieira, convidou todos os moradores, proprietários e comerciantes, sedeados neste espaço a intervir para reunirem no Auditório Municipal e debaterem na presença da equipa de arquitetos responsáveis pela elaboração do “estudo prévio”.

A reunião que contou, também, com a presença do Vice-presidente, Mário Bruno Magalhães e dos técnicos da autarquia, decorreu num ambiente de total abertura, com todos os intervenientes a serem convocados, depois de conhecerem o projeto, a apresentar as suas opiniões, enriquecendo o debate.

Entre os presentes mereceu particular destaque aqulio que consideraram de “boa prática”, assente numa mudança de paradigma, pela abertura da Câmara Municipal para discutir estas questões com os cidadãos, a parte a quem mais interessa, e não serem confrontados com um facto consumado.

A Presidente da Câmara Municipal, Cristina Vieira, lembrou a todos os presentes, “...que este é um estudo prévio, e por isso mesmo ainda não está totalmente fechado, mas, que existem prazos que são impostos para a entrega dos projetos de candidatura, e, por força disso mesmo estão limitados ao dia 31 de Dezembro, razão pela qual esta é também uma luta contra o tempo”.

De efeitos concretos resultou a unanimidade dos presentes em avançar com a requalificação.

 

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